Feira noturna transforma rua do centro em polo gastronômico
Toda sexta-feira, 42 barracas ocupam a rua das Lanternas com comida de rua, música ao vivo e público de 5 mil pessoas. Moradores pedem ajustes.
Redação Greed
Neste artigo· 4 partes
Até o ano passado, a rua das Lanternas ficava deserta depois que o comércio fechava. Hoje, às sextas-feiras, é difícil andar por ela. A Feira da Lanterna reúne 42 barracas de comida, artesanato e bebidas artesanais das 18h à meia-noite, com público médio de 5 mil pessoas por edição.
O que tem para comer
- Pastel de massa fina com recheios da estação
- Espetinhos na brasa e opções vegetarianas
- Comida nordestina, japonesa de rua e massas frescas
- Doces de tacho e sorvete de frutas do cerrado
- Cervejas e kombuchas de produtores locais
O preço médio dos pratos fica entre R$ 18 e R$ 35.
Efeito no entorno
Os bares e restaurantes fixos da rua, que temiam a concorrência, relatam aumento de 30% no movimento nas noites de feira. Três imóveis que estavam fechados há anos foram alugados nos últimos seis meses.
"A feira trouxe de volta um público que tinha desistido do centro à noite", avalia a coordenadora do evento, Denise Couto.
Os ajustes pedidos
Quem mora nos prédios vizinhos reclama do som depois das 23h e do lixo na manhã de sábado. Em acordo com a associação de moradores, a organização antecipou o encerramento da música ao vivo para as 22h30 e contratou uma equipe extra de limpeza.
Serviço
Quando: sextas-feiras, das 18h à meia-noite
Onde: rua das Lanternas, entre a praça da Matriz e a avenida Central
Entrada: gratuita. Há bicicletário e o estacionamento do mercado municipal funciona até 0h30
Notícia de exemplo: nomes, números e lugares são fictícios.
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